9 de mai. de 2009

Wild mood swings




Tem dias que eu acordo assim, alternando entre alguns momentos de alegria e descontração e outros, de total ostracismo. Tem dias que eu sinto um nó no peito. Tem dias que eu transbordo de felicidade. Tem dias que são as lágrimas que transbordam os olhos. Tem dias que são melhores que outros, tem dias que os momentos alegres superam os de ostracismo e vice-versa. E tem os dias que são tudo-ao-mesmo-tempo-agora.
Hoje foi um desses dias. Parecia que ia ser mais uma sexta-feira normal, aquela expectativa do fim-de-semana... mas acabou não sendo bem assim. Numa conversa aparentemente boba no fim do dia de trabalho, acabei lembrando do dia do aniversário do Dudu (use a barra de rolagem para maiores detalhes). E acabei lembrando como por vezes o meu relacionamento com meus pais é complicado e como isso se reflete no meu relacionamento com outras pessoas. E deu, já foi o suficiente pra engasgar de leve.
Depois, fui ao cinema.
Depois, esqueço o nó no peito passando um tempo muito agradável com meus amigos.
Depois, volto pra casa e leio um email que me deixou desconcertado, mas muito muito feliz. E pronto, já engasguei de novo. Fazer o quê?
Depois, acabei vendo um episódio de uma das séries de TV que acompanho. E foi aí que os olhos transbordaram (pode dizer que é coisa de mulherzinha, I just don't care).

Ai, ai... acho que agora vou dormir. E torcer pra amanhã acordar um pouco menos inconstante.

8 de abr. de 2009

Ansiedade


Momentos de decisão, em breve trarei notícias!

Por enquanto, torçam por mim pra que tudo dê certo!!!

31 de mar. de 2009

Eu tenho tanto pra te falar...

Mais de dois meses sem um post sequer. Que vergonha!

Pois bem, vou tirar a teia de aranha deste blog e tratar de atualizar com algumas das coisas que aconteceram desde o último post.

Enfim, o fim.


Meu curso aqui no Rio enfim terminou. Fim. The end. C'est finit. Finito.

Foi um ano importante na minha vida, muito sofrido, cheio de noites mal dormidas, outras quase não dormidas, muito esforço, preocupações... que aliás ainda não acabaram, há mais por vir nos próximos dias. Conto mais detalhes quando tomar conhecimento deles hehehe

Por hora, só o que posso dizer é que estou feliz de ter concluído este curso. Eu sei que meu desempenho ficou aquém do esperado e do que eu gostaria/poderia, mas paciência. No final, já estávamos comparando o fim do CENPRO ao fim dos tempos (ah tu entendeu o trocadilho, né?) E sabe qual é o melhor de tudo? É ver a vida retornando aos poucos: cinema sem peso na consciência por não estar estudando, passeios nos finais de semana... coisas de gente normal.

Show do Keane


Dia 13/03 teve o show do Keane. Mais um dos shows que assisti desde que mudei pro Rio, além de REM, Madonna e Alanis Morissette. Nossa, o show foi muito muito bom! Quando comprei o ingresso até achei que o show seria meio parado, mas que nada! Cantei e pulei do começo ao fim. Gostei muito de ouvir as músicas que mais gosto e de ver a banda tocando ao vivo, e muito bem por sinal! Dá uma olhada no vídeo:



Falei que o show foi muito muito bom?

26 de jan. de 2009

Ônus e bônus

Ultimamente tem sido um tanto mais difícil esse período transitório aqui no Rio. Tenho sentido falta de pessoas próximas, falta de intimidade, de alguém que entenda o que eu quero dizer, mesmo sem precisar dizer muito. Não, isso não quer dizer que as coisas estão ruins por aqui. Continuo achando a cidade tudo de bom, estou cada vez mais adaptado aqui... só às vezes sinto falta de coisas que ficaram pra trás, lá no RS.

Sábado passado, por exemplo, meu sobrinho e afilhado comemorou aniversário. E, pela primeira vez, eu não estava presente na festa de aniversário dele. Eu sei que isso será um fato cada vez mais frequente daqui pra frente, mas isso não isenta de continuar sendo uma coisa no mínimo não muito legal. Tipo, eu já tinha conversado com ele durante o feriado de natal, quando fui visitar a família pela última vez, já tinha explicado que o dindo mora longe, que não dá pra ficar indo visitar a toda hora, mas que o dindo ama ele do mesmo jeito, bla bla bla. E, apesar de ele ter me dito que tudo bem, que ele entende, foi inevitável sentir uma pontinha de tristeza no sábado à tarde, quando eu cantei o "Parabéns pra você" sozinho ao telefone.

No fim, fui matar a saudade vendo as fotos que tenho com ele, algumas do tempo em que morávamos pertinho, outras mais recentes. Aí estão algumas delas!


Vai dizer, tem criança mais querida que essa?

11 de jan. de 2009

Criança feliz

Eu sei que tô devendo vários comentários sobre o que aconteceu desde o último post, mas não posso deixar de registrar o que aconteceu hoje.

Bem, no finzinho do vivencial estávamos eu e meus colegas reunidos, pra acabar com nosso estoque de cerveja porque estávamos a poucos dias de deixar o hotel e voltar para o Rio. Nesse dia, comentei sobre duas das minhas frustrações de adolescente: não ter aprendido a tocar violão, nem a andar de patins. Rimos um pouco disso, bla bla bla, e lá pelas tantas pensei que até que não seria uma má idéia comprar um patins, já que estavam Saul e Vitor Hugo comentando que também fariam isso. Tá, corta a cena.

De volta ao Rio, continuava pensando na idéia, até que resolvi e comprei o dito cujo. Tá, comprar eu comprei, mas ainda não tinha saido de casa com ele. Até hoje. No finzinho da tarde coloquei os patins embaixo do braço e saí em direção ao passeio da praia. Cheguei lá, pronto pra deixar uma das frustrações de adolescência pra trás, e calcei o patins. Momentos de tensão. Tentei lembrar das instruções básicas que vi na internet antes de sair de casa (santo Google!) e fui. Fui, fui, fui... até que cheguei num ponto que não dava mais pra seguir em frente. Tá, ok, dava, mas ia exigir demais de mim e eu já não estava mais disposto ao risco, afinal (ainda) não tinha caído. Voltei, sentindo o cansaço, dor nos músculos da canela que eu nem sabia que existiam e uma tremenda felicidade por ver que aquilo nem era tão difícil assim! No finalzinho, a glória: consegui até ultrapassar uma pessoa! Não interessa que era uma senhora de idade bem avançada e que caminhava devagar. No final, extasiado, o balanço: 1500 metros (1500 metros!!!), ZERO quedas. Mas isso também não quer dizer que não sobraram sequelas (sem trema Dani, sem trema!): dá uma olhada na foto ali embaixo e vê o estrago...


Mas quer saber? Eu adorei! Só espero estar com o pé bom no próximo final de semana, pra poder repetir a dose! Dá uma olhada na carinha da criança, depois de cansar de brincar com o brinquedo novo!